PERPETUA é uma proposta coreográfica que teve como dispositivo inicial a efemeridade e a transitoriedade dos acontecimentos. A fragilidade (?) e a irreversibilidade do tempo. Os ciclos.
Através do entendimento de dança como um campo que produz conhecimentos, o trabalho propõe o questionamento de padrões que definem conceitos de começo, meio e fim das ações. E de que forma esses conceitos podem ser alterados quando alteramos e deslocamos as informações contidas numa obra coreográfica.
Como traduzir o movimento, memória, trajetória e arquivos pessoais de forma que sejam entendidos e absorvidos pelo coletivo?
Como viver a vida senão vivê-la e ampliar o campo de entendimento sobre as atitudes observadas e representadas a partir do corpo humano?
O trabalho coreográfico, com duração de 45 minutos, será apresentado em 3 sessões a cada dia. Uma particularidade está no fato de que, a cada sessão, a obra, mesmo mantendo uma única estrutura, não começa e não termina da mesma forma que a sessão anterior.
Sinopse do espetáculo:
A poética do movimento. Um espaço silencioso. Corpo/ambiente... Um texto de contrários. Um ciclo contínuo de (des)encontros, passagens, efemeridades. No circular da existência, iniciarmos uma discussão a partir do nascimento ou da morte é uma questão de escolha, um ponto de referência de uma trajetória onde o tempo é irreversível. Ainda assim, alguns acontecimentos se deslocam, se alternam, como possíveis aberturas ou desfechos. Outros, não existem mais.
Ficha Técnica:
Direção coreográfica: Tuca Pinheiro
Dramaturgia e encenação: Fernando Aleixo e Tuca Pinheiro
Intérprete-criadora: Ana Carolina Mundim
Videoartista: Elinaldo Meira
Figurino: Maria de Nazaré Mundim
Contato para apresentações ____________________________________
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