A inscrição do poder no corpo cidadão: prisão, detenção, submissão e explosão. Circunscrição da criatividade, do pensamento, da ação. Opressor, oprimido, comprimido, exprimido... um grito de leviandade para si e para o outro, o outro em si, em si maior, em ré menor. Atitude, invés, altivez. O público no indivíduo, no indevido, no indeferido...
Este espetáculo, inspirado na poesia de Haroldo de Campos, busca evidenciar o corpo intermeio do poder: o querer-ter-corpo-ser.
CONTEXTO
Este espetáculo foi criado a partir do projeto “Doze mentiras sobre a mesma garrafa”, proposto pela Quadra Pessoas e Idéias, de Votorantim e aprovado pelo PAC 2006/ apoio à montagem em dança. A partir de informações comuns, doze intérprete-criadores do interior de São Paulo desenvolveram doze diferentes processos criativos, por meio da instituição de uma rede virtual e presencial de compartilhamento sobre criação artística.
FICHA TÉCNICA
Criação:
Grupo República Cênica
Interpretação:
Ana Carolina Mundim
Direção e trilha sonora:
Fernando Aleixo
Duração: Aproximadamente 15 minutos
Contato para apresentações